Aurora Reserva Chardonnay
Foi usado como exemplo de uma garrafa com informações bastante completas. A ficha técnica da Aurora informa passagem por barricas de carvalho francês.
Como olhar uma prateleira, um rótulo ou uma carta de vinhos e entender melhor o que está diante de você.
É aprender a identificar informações, entender o próprio gosto e tomar uma decisão com mais segurança. Ouvir profissionais e aceitar sugestões continua sendo valioso. A diferença é não ficar sem opinião própria.
Uma prateleira cheia de garrafas pode parecer confusa. Mas não precisamos entender tudo de uma vez. Algumas informações já ajudam bastante a organizar a escolha.
Antes de perguntar “qual vinho comprar?”, pense no momento, no seu gosto e no que você espera daquela garrafa.
Pode ser a escolha para uma refeição, uma noite mais fresca ou simplesmente porque você prefere tintos.
Pode combinar com momentos leves, dias quentes e diferentes estilos de comida.
Versátil, refrescante e uma alternativa interessante entre diferentes ocasiões.
Não precisa esperar uma comemoração. Também pode ser uma escolha para refeições e momentos simples.
Os nomes podem induzir a interpretações erradas. “De mesa” não quer dizer simplesmente “para beber à mesa” e “fino” não é uma garantia de que você gostará mais daquele vinho.
No Brasil, é uma categoria ampla. Pode haver vinho de mesa elaborado com variedades Vitis vinifera e também vinho de mesa de uvas americanas e/ou híbridas.
É elaborado exclusivamente com variedades da espécie Vitis vinifera, como Chardonnay, Merlot, Cabernet Sauvignon e Malbec.
“Suave” não quer dizer necessariamente menos alcoólico, menos encorpado ou de qualidade inferior. Na classificação brasileira, a palavra está ligada principalmente ao teor de açúcar do vinho.
Antes de abrir a garrafa, você já pode descobrir muita coisa. Algumas trazem apenas o essencial; outras oferecem descrições bastante completas.
Na aula, comparamos dois vinhos que trazem Reserva no nome, mas que ajudam a mostrar por que não devemos tirar conclusões apenas por uma palavra no rótulo.
Foi usado como exemplo de uma garrafa com informações bastante completas. A ficha técnica da Aurora informa passagem por barricas de carvalho francês.
Traz informações mais enxutas. Apesar do termo “Reserva”, sua ficha técnica informa amadurecimento em tanques de aço inox, sem necessidade de passagem por barrica.
Termos como “Reservado” e “Reserva” não devem ser interpretados da mesma maneira em todos os países. A legislação, as exigências e o uso comercial variam.
No Chile, a categoria Reserva não exige, por si só, tratamento com madeira.
O termo oferece uma informação, mas não substitui a análise do vinho, da origem e da proposta do produtor.
Antes de interpretar um termo de classificação, vale saber onde o vinho foi produzido.
Antes de comprar, faça algumas perguntas. Elas valem mais do que decorar uma lista de “melhores vinhos”.
Ouça profissionais, aceite sugestões e conheça novos rótulos. Mas não tome nenhuma opinião como verdade absoluta. O vinho que encanta alguém pode não agradar outra pessoa.
Identifique tipo, uva ou corte, país, região, safra, teor alcoólico, classificação, produtor e alguma informação sobre elaboração. Depois pergunte a si mesmo: o que essa garrafa já me contou antes de eu prová-la?
Depois de escolher a garrafa, vem uma pergunta que parece simples, mas pode mudar bastante a experiência: como servir esse vinho?
Legislação brasileira · Decreto 464 do Chile · Ficha técnica Aurora